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domingo, 25 de julho de 2010

Jovem brasileiro não sabe ler e escrever

Ler, escrever e pensar está interligado entre si, quem sabe ler e compreender não terá dificuldades de escrever ou expressar suas idéias que são adquiridas durante leituras sobre o assunto que pretende escrever. Muitas pessoas dizem que sabe ler, mas a verdade é que ler não é apenas “juntar silabas”, e sim compreender o que se ler.

O jovem brasileiro não sabe escrever. Muitos dos jovens querem descobrir a “Fórmula Mágica” para aprender a expressar suas idéias em uma redação, mas não existe esta receita. Entretanto afirma-se que leituras com atenção e a criação de um discurso sobre assunto lido, aprimora a qualidade de nossos textos, isto não ocorrerá do dia pra noite é lógico, tem que dar tempo ao tempo. Um leitor “preguiçoso” é incapaz de interagir com o texto lido, e conseqüentemente esta deixando de aprimorar seus conhecimentos de mundo.

Bem que as escolas poderiam ensinar as crianças a escrever, até que nas aulas de redações o objetivo é este, no entanto, o método de ensino não é dos melhores. Muitos professores mandam os alunos fazerem redações sobre “como foi minhas férias” temas vagos, o que poderia falar sobre temas do dia-a-dia.

Até que o MEC está tentando mudar está realidade brasileira, eles até que reconhece o problema, isto já é um bom sinal. O sistema de provas do ENEM já foi uma tentativa de modificar este problema, que promove o estimulo da leitura.

Você deve ser perguntar:

- Porque eu não me dou bem com garotas? É tão difícil arruma papa com elas!

Primeiramente você tem que olha pra si, e se perguntar será que estou preparado entro trocar idéias com alguém, já que a conversa é mais do que tudo uma troca de idéias. A Leitura provoca um efeito dominó, se você ler você sabe se expressar, se você sabe se expressar será mais fácil conquista uma mina.

Pode ser que eu não mude o Brasil, mas estou tentando. Despierta Brasil!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dados do IDEB e a Opinião de Ex-ministro da Educação Cristovam Buarque

Apesar de ter superado as metas propostas pelo Governo para 2009, os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o ex-ministro da Educação, senador Cristovam Buarque (PDT-DF) considerou o resultado "trágico", contrastando com o otimismo apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

-O papel do presidente é trazer otimismo, diferente do papel de quem analisa com cuidado o assunto. Mesmo porque, essa melhora é muito menor do que a melhora verificada nos outros países. Então, mesmo avançando esse pouquinho de nada, estamos ficando para trás em relação às exigências crescentes da educação. Há 20 anos, esse resultado poderia ser ótimo. Hoje, ele é trágico, porque se exige muito mais formação.

Na opinião do senador, os indicadores não são fiéis à realidade da educação no país.

-Essa não é a nota do Brasil. É a nota da escola. No país, há muitas crianças fora da escola. Conseguimos matricular quase todas, mas não todas. Mas matrícula não significa assistência nem frequência. Se nós colocássemos um zero em todas as crianças fora da escola, essa nota de 4,6 iria cair para 3 ou 2. O resultado do Ideb é referente à realidade das crianças na escola, mas não traduz a realidade do Brasil. Isso está enganando muita gente. Quando digo criança fora da escola, não é não matriculada. É não frequentando as salas de aula. Sobretudo, no Ensino Médio, que teve resultado vergonhoso. É onde há mais crianças fora da escola. Não dá para ter otimismo.

Sem meias palavras, Buarque usa os adjetivos "vergonhosa" e "lamentável" para classificar a educação no país.

- Vivemos um risco para o futuro do Brasil. O futuro de qualquer nação depende do conhecimento. Antes, dependia de recursos naturais, de capital. Hoje, depende do conhecimento. Nós caminhamos para um abismo por conta da ausência de conhecimentos, enquanto os outros países, cada vez mais, têm conhecimento. E não adianta dizer que vamos investir na universidade. Universidade sem ensino médio de qualidade não presta. Nunca vai ser boa. O sistema universitário depende diretamente do Ensino Médio. Não é possível resolver o telhado sem resolver a base.

De acordo com o ex-ministro da Educação, o caminho é fazer uma "revolução" no ensino.

- Essa revolução significa ter o professor ganhando muito bem, desde que muito bem dedicado e preparado, em escolas bonitas, bem equipadas e de horário integral. Isso não se pode fazer de um dia para o outro. Nem há professores disponíveis. O caminho é fazer o salto em um, dois anos, por cidade. O Brasil vai levar 20 anos para dar o salto, mas em cidades, sobretudo, de porte médio e pequeno, é possível fazer isso em dois anos.

A proposta é criar a carreira nacional do magistério. Contrata 100 mil professores. Não dá mais de 100 mil, porque o Brasil não tem mais de 100 mil jovens capazes de serem professores com alta qualificação. Concentra os 100 mil em 250 municípios de porte médio. Essas 250 cidades têm em média 10 mil escolas e matriculariam nelas 3 milhões alunos. No ano seguinte, mais 100 mil professores, mais 250 municípios, mais três milhões de crianças. O resto do país continuaria crescendo nessa lentidão que nós vemos, mas essas cidades dariam o salto e, daqui a 20 anos, isso chegaria em todo o Brasil.

Pode ser que eu não mude o Brasil, mas estou tentando. Despierta Brasil!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Um exemplo a ser seguido na Educação Brasileira

Nesta semana saiu Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), a nota media do Brasil é de 4,0 nota abaixo dos países desenvolvidos que é de 6,0. Mas há cidades brasileiras que estão com notas superiores a media de países desenvolvidos como é o caso da Cidade de Cajuru no interior de São Paulo.

Cajuru (SP) é uma cidade de aproximadamente 24 mil habitantes de orçamento de R$ 34 milhões, R$ 12 milhões foram investidos na rede de ensino, que tem nove escolas do ensino fundamental e duas creches. Por lei, os municípios têm de investir, no mínimo, 25% do orçamento para a educação.

Para a secretária municipal de Educação, Isabel Iunes Monti Ruggeri Ré, não é só dinheiro que explica a evolução do ensino na cidade. A preocupação com a qualificação dos professores, a opção por adotar um sistema de ensino de uma instituição participar de renome, a adoção de reforço escolar e o envolvimento dos pais na escola são as principais armas do município para alcançar o topo do ranking da educação pública no país.

Os salários dos educadores começam em cerca de R$ 1.100. Todo ano, há bonificação baseada no desempenho e na participação de cursos e atividades da secretaria.

Segundo a prefeitura, cerca de cem dos 297 professores da rede municipal ganharam curso gratuito de pedagogia nos últimos dois anos. “Estou para me formar”, disse a professora do quinto ano Ana Paula Coelho Maseti Conceição, de 41 anos.

Eles participam ainda de cursos semanais e, anualmente, de fóruns de educação, em que palestrantes falam sobre educação. O próximo ocorrerá em outubro.

Os pais dos alunos são convidados para se envolver na educação em reuniões bimestrais, que mostram a atuação dos seus filhos em sala de aula.

Uma ouvidoria acompanha as faltas dos alunos e entra em ação se os estudantes ficam mais de dois dias sem ir à escola. “Vou a casa deles para descobrir o que está acontecendo”, disse a ouvidora Lúcia Maria Biaggi dos Santos, na função há cerca de um ano.

Se for detectado algum problema social ou de saúde no estudante, ele é encaminhado a outras unidades da prefeitura. Se o problema é de aprendizado, o aluno vai a um Centro de Atendimento Educacional, que tem fonoaudiólogos, psicólogos e psicopedagogo.

Agora pergunto a vocês, porque estas medidas tomadas pela cidade do interior Paulista não são tomadas por outras cidades? Será que é por falta de capacidade dos Governantes? Mas, deixando essas perguntas de lado. As escolas da Cidade de Cajuru mostra-nós que podemos mudar sim, a realidade Brasileira, é só querer. Isto é mais uma prova que o dinheiro público sendo bem aplicado pode melhorar esta Brasil. A Educação é a base para tudo na vida.

O MEC calcula que em 2021 o Brasil vai obter a media de Países desenvolvidos que é de 6,0. Para isso faltam 11 anos ainda para isto o correr e nem tudo que é planejado termina no tempo certo. Se o governo brasileiro investir com seriedade e colocar estas as escolas de Cajuru(SP) como exemplo para as demais, o Brasil pode obter esta media em no Maximo 4 ou 5 anos reduzindo em aproximadamente 50% do tempo previsto.

Pode ser que eu não mude o Brasil, mas estou tentando. Despierta Brasil!
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